Técnicas que todos os relações públicas devem seguir à risca2021-01-18T12:33:06+00:00

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Técnicas que todos os relações públicas devem seguir à risca

9 Dezembro, 2020

Os relações públicas são profissionais de comunicação especialistas em ações como public affairs, comunicação institucional, de produto, financeira, de crise e, mais recentemente, a comunicação digital.

São, por isso, um instrumento fortíssimo para criar, reforçar e proteger as marcas, podendo “codificar os sinais emitidos pela empresa numa mensagem suscetível de ser descodificada por cada um dos seus públicos, assim como descodificar as mensagens dos diversos públicos (feed-back) para a empresa”.

Os relações públicas procuram visibilidade e atenção por parte dos media, imposição de certos temas na ordem mediática, apoio ou adesão a ideias de produtos ou serviços, prevenção ou reparação de prejuízos e malefícios, e criação de uma imagem pública positiva.

O relações públicas ou assessor de imprensa procura sempre o lado positivo da história, transformando-a em notícia. E, para tal, existe um conjunto de técnicas de que deveremos tirar partido para potenciar a mensagem que queremos passar:

Devemos escolher o ângulo da informação que queremos transmitir, porque cada tema é visto de pontos de vista diferentes pelos jornalistas e leitores. Obviamente que não controlamos o ângulo da informação que o jornalista vai escolher, mas podemos escolher o público ao qual vamos enviar a informação, ou seja, o meio ao qual o suporte informativo vai ser enviado. O ideal seria enviar diferentes textos para meios de comunicação distintos, porque cada leitor tem preferência por determinadas linguagens.

Devemos ter em atenção que o leitor não quer textos compridos, mas sim precisos, concretos e com as abordagens claramente enunciadas. Além disso, exige notícias atuais e que lhe sejam dirigidas (lei da proximidade), com o conteúdo o mais cuidado possível, evitando o autoelogio.

O essencial deve expressar-se através de um lead, onde a mensagem principal / a ideia base é definida nas primeiras vinte palavras. O jornalista, através delas, percebe se a notícia vive ou morre, de que trata a generalidade do conteúdo e a página à qual se destina.

É, também, fundamental escolher a informação, tendo sempre em vista o ângulo escolhido, e hierarquizá-la, excluindo tudo o que é acessório.

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